segunda-feira, 9 de julho de 2012

Soco de polícia fere tanto quanto de vândalo ou mais, por causa do peso da autoridade. Um playboy (inconscientemente) lautreamônico pensou que fosse Deus na sarjeta: defecou nele como defeca na companheira. Se os cabelos deste deus cair é por causa de doença muito agressiva. Se adquirirem vida é que uma espécie de poesia idealizada das ruas assumiu as rédeas de uma existência onde se fumam as eternas pedras no meio do caminho. Mas a poesia se manifestou na forma do amor. Prostituta ronin em busca de cafetão. Doença venérea em troca de café com pão. Enfim, o amor venceu. A doença foi bondosa com ela, ele e companheiros seus. Foi bondosa com que morreu. Não aproveitaram as oportunidades que a vida lhes deu: soco, fezes e vírus. Cada um escolhe seu caminho. Escolheram. A culpa é sempre de quem escolheu. Que alguma espécie de mídia ou escritura os transforme em mártires e depois os mandem para a mais profunda das valas do anonimato. A doença (?) os matou. E agora eu mato?!

2 comentários:

Denis Rockentin disse...

Somebody told me to say... I think that I know to porduce his name in french now, and there are no law against us:

O my Good! O my Beautiful! Appalling fanfare where I do not falter! rack of enchantmants! Hurrah for the wonderful work and for the marvelous body, for the first time! It began in the midst of children's laughter, with their laughter will it end. This poison will remain in all our veins even when, the fanfare turning, we shall be given back to the old disharmony. O now may we, so worthy of these tortures! fervently take up the superhuman promise made to our created body and soul: that promise, that madness! Elegance, science, violence! They promised to bury in darkness the tree of good and evil, to deport tyrannic respectability so that we might bring hither our very pure love. It began with a certain disgust and it ends, - unable to grasp this eternity, - it ends in a riot of perfumes.

Laughter of children, discretion of slaves, austerity of virgins, loathing of faces and objects here, holy be all of you in memory of this vigil. It began with every sort of boorishness, behold it ends with angels of flame and ice.

Little drunken vigil, holy! if only because of the mask you have bestowed on us. We pronounce you, method! We shall not forget that yesterday you glorified each one of our ages. We have faith in the poison. We know how to give our whole life every day.

Now is the time of the Assassins.

Denis Rockentin disse...

*produce